Tivemos a fantástica oportunidade de visitar Roma com nossos amigos romanos. Faz toda a diferença. Na primeira noite, fomos comer numa pizzaria de um amigo por tabela. Sorte e azar. Sorte, pois nunca vi tanta comida junta. Muzarelas de 20cm de diâmetro, bolinhos de tudo que se possa imaginar e um calzone indescritível. O azar é que cometi meu primeiro pecado: não aguentei e deixei comida no prato. Ainda hoje, aquele calzone voltando pra cozinha me pesa a consciência.
No segundo dia, ainda com o estômago trabalhando, fomos tomar o café da manhã na casa da tia de uma de nossas amigas. De novo, comida para uma legião! A senhorinha preparou três bolos diferentes, meia dúzia de tortas salgadas e ainda por cima, vinho; às dez da manhã! Cometi meu segundo pecado: comi pouco e ainda acho que a tiazinha ficou decepcionada.
Entre pizzas e macarronadas, deu tempo de conhecer o Coliseu e o Vaticano, mas o que marcou mesmo foi a comida, e que comida.
Update: ontem fomos à casa da italiana que nos acompanhou à Roma para comemorar seu aniversário. Enquanto comíamos (claro) me dei conta de uma coisa genial. Pacotes e mais pacotes de massa caseira ocupavam toda uma prateleira da estante da sala. Comida é assunto tão sério, que rivaliza com livros e televisão.
Das conversas:
1) Nunca em nenhuma hipótese corte o espaguete
2) Nunca em nenhuma hipótese coloque óleo ou sal na água onde se ferverá a massa.
3) Jogue fora os molhos de tomate e use....tomates!
4) Basil, orégano etc só se forem naturais.
Já estamos negociando uma viagem para a Itália de novo. Desta vez, não queremos perder um minuto com pontos turísticos. O objetivo é somente comida.
Update do comentário da Vivian: Segundo os italianos, massa boa já vem com gosto, por isso a ojeriza a óleo e sal na água...

Um comentário:
Gente, e eu achando que arrasava ao mergulhar o barilla na agua com sal e azeite! Preciso de umas férias longas na Itália!
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