Finalizada a comilança, fomos arrumar as coisas e percebi que o francês (apelido carinhoso) estava colocando tudo o que tinha sobrado do churrasco em uma panela. Perguntei o que ia fazer e como resposta fui encarregado de limpar a grelha.
Aquela panela misteriosa passou a noite inteira cozinhando.
No dia seguinte, ele jogou fora as carnes e com a água preparou um capeletti fantástico. Fantástico mas pesado. Conseguimos comer meio prato cada um, por mais que a fome fosse gigante. Mais uma culpa gastronômica, talvez eu pudesse ter comido um pouquinho mais.
Manda a receita, viado!

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